Fomos visitar os miradouros lisboetas da moda

Fomos visitar os miradouros lisboetas da moda

Fomos visitar os miradouros lisboetas da moda

Artigo de Redação

Os miradouros estão na moda. Tal como passear por Lisboa. E se existem tendências que nunca são demais e que todos devem seguir, estas são duas delas. Um pouco à boleia de Madonna, a capital portuguesa anda nas bocas do mundo. Todos falam sobre a beleza da cidade das sete colinas. Entre os encantos lisboetas encontram-se os miradouros. Destes destacam-se dois: o miradouro da Ponte 25 de Abril e o Panorâmico de Monsanto. A Próxima Viagem foi visitar ambos e dá-lhe a conhecer a experiência que tivemos.

Como a redação d’A Próxima Viagem é em Sintra, o nosso primeiro local de paragem foi o topo do Parque Florestal de Monsanto. Aquele que em tempos foi o Restaurante Panorâmico de Monsanto – onde David Bowie chegou a jantar -, estava fechado desde 2001. A antiga «Joia de Lisboa» é agora o Miradouro Panorâmico de Monsanto. Aquele que – garantem – tem a melhor vista de Lisboa. Mantiveram-se alguns graffitis, fez-se a manutenção do espaço exterior e foram criadas as condições de segurança. E por mais que se continue a dizer que estão preservados ao altos-relevos de Querubim Lapa, o Centro de Estudos Querubim Lapa garante que o edifício não tem painéis do artista plástico.

Informações erradas à parte, a beleza das diferentes vistas do Miradouro Panorâmico de Monsanto conquistam qualquer um. Para criar algum suspense e não revelar tudo no texto, veja as imagens da galeria para descobrir aquilo que consegue ver do miradouro. Deixamos apenas uma dica: não visite este espaço sem levar uma máquina fotográfica. A popularidade do miradouro – aberto ao público desde 2 de setembro – e a entrada gratuita, tem cativado muitas pessoas. Durante a visita até assistimos a uma produção fotográfica que assinalava um aniversário. Para os interessados, o Miradouro Panorâmico de Monsanto está aberto diariamente das 9 às 19 horas. No inverno encerra uma hora mais cedo.

Seguir viagem até Alcântara

Voltámos ao carro e descemos até Alcântara. Para viver a Experiência Pilar 7 de que todos falam. E se no primeiro miradouro se destaca aquilo que a vista alcança, aqui tudo muda. Sem querer desvalorizar a beleza da vista, tem de ser destacada a subida de aproximadamente 80 metros de altura. Subir o elevador até poderá ser bastante complicado para quem tem problemas de vertigens, mas a subida vale a pena, pois o miradouro permite desfrutar da vista da Ponte 25 de Abril sem ser em constante movimento – aquilo que acontece quando a travessia é feita de carro ou comboio.

Mas existe mais nesta Experiência Pilar 7 – Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril. É possível ver, pela primeira vez, a maqueta original do projeto, viver uma experiência de realidade virtual para acompanhar uma das equipas de manutenção da ponte e até aproveitar para comprar artigos únicos na loja. A isto junta-se a sala com ilusão de profundidade. Um efeito provocado pelos espelhos inferiores e superiores do espaço, também o passadiço com vista para o Tejo e a experiência imersiva que revela detalhes históricos da imponente ponte.

Quem sofre de vertigens poderá ter alguma dificuldade em subir ao miradouro da Ponte 25 de Abril.

A Experiência Pilar 7 – Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril, está aberta diariamente (até abril) até às 18 horas (só fecha em dezembro). De maio a setembro encerra apenas às 20 horas. Os bilhetes custam seis euros por pessoa. Quatro para estudantes, pessoas com mais de 65 anos ou grupos mínimos de dez pessoas. Crianças até aos cinco anos e portadores do cartão Lisboa Card não pagam. A sala de realidade virtual tem um custo adicional de 1,5 euros.

Durante a nossa visita, tivemos a oportunidade de analisar diferentes comportamentos. Desde os mais destemidos até aos que vão passo a passo com alguma desconfiança e respeito pela imponência do miradouro.

Em comum têm o desejo de guardar o momento numa bela fotografia para mais tarde recordar.

Percorra a galeria e visite os populares miradouros lisboetas na nossa companhia.

 

Fotos: Andreia Costinha de Miranda e Zito Colaço
  • Panorâmico do Monsanto
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