Pequim: Riqueza cultural ao «virar da esquina»

Pequim: Riqueza cultural ao «virar da esquina»

Artigo de Redação

Pequim, oficialmente designada como Beijing (em mandarim, capital do Norte), a segunda maior urbe do país (depois de Xangai), é o centro político, cultural e intelectual da China. Com um passado imenso, encontra-se muito bem representada nas listas do Património Mundial da UNESCO, que integram monumentos incontornáveis, como a Cidade Proibida, a Grande Muralha, o Palácio de Verão ou o Templo do Céu.

Não é por acaso que Pequim é hoje um dos destinos mais visitados do Planeta. Afinal, estão lá os principais atrativos turísticos da potência que mais cresce a nível mundial. Uma viagem ao Oriente não é completa sem passar por Beijing, um lugar agora para ir e voltar muitas vezes.

De recordar que Beijing preparou-se de uma forma obsessiva e sistemática para receber os Jogos Olímpicos de 2008, que, além das transformações físicas, o Governo fez um trabalho enorme de consciencialização para a população receber bem os turistas.

Desde aí, circular na cidade tornou-se muito mais fácil, as pessoas começaram a falar muito mais inglês, assim como as placas, os sinais e até as ementas dos restaurantes passaram a estar muito mais acessíveis para os visitantes estrangeiros.

 

 

Beijing ou Pequim?

Uma das dúvidas mais comuns relacionadas com a China diz respeito à grafia dos nomes das suas principais cidades. Afinal, como se chama a capital da China, Pequim ou Beijing?

De acordo com o professor Cláudio Moreno, o mais correto é manter Pequim, tal como os nossos antepassados portugueses chamavam à cidade, desde o século XVI. E por quê Beijing? Foi a partir de uma iniciativa do próprio Governo da China (através do sistema denominado pinyin), na tentativa de regular a transcrição fonética da língua chinesa para o alfabeto romano.

Funcionou parcialmente, pois a palavra “Beijing” foi adotada pelos países de língua inglesa, como os Estados Unidos e a Inglaterra. Os franceses continuaram a chamar e a escrever Pékin; os italianos mantiveram o Pechino; enquanto os espanhóis optaram por Pekin e os alemães, Peking.

Conhecer a arte contemporânea

Há vários espaços onde pode conhecer a arte contemporânea chinesa, alvo de crescente interesse por parte de colecionadores e especialistas. Um deles é o UCCA, Ullens Center for Contemporary Art, instituição sem fins lucrativos inaugurada em 2007.

Também sem fins lucrativos, o Today Art Museum acolhe uma coleção de cinco mil trabalhos de nomes consagrados e novos valores, além de exposições temporárias. A Galleria Continua, “parente” das congéneres italiana e francesa, é mais uma morada obrigatória, tal como o 798 Art District, área dedicada à cultura, com estúdios de artistas e galerias.

Guia do viajante

Onde ir

Bird's Nest
Torre CCTV
Cidade Proibida
Templo do Céu e o Palácio de Verão
Jingshan Park
Grande Muralha da China
Praça da Paz Celestial
Dong Hua Men Night Market
Din Tai Fung (Yuyang)

Onde comer

Black Sesame Kitchen
BeiJing Haidilao Hot Pot (Wangfujing)

Onde ficar

Swissotel Beijing Hong Kong Macau Center

Clima

No verão (entre os meses de julho e agosto), as temperaturas médias superam os 30º C. No inverno (de novembro a fevereiro) os termómetros podem descer para - 10º C.

Documentos

Passaporte com validade mínima de seis meses e visto de turista.

Outras Informações

Hora local: GMT +8 Moeda: Iuan Renminbi (CNY) Clima: Continental Melhor época para visitar: Nos meses de maio, junho e setembro

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