Manaus, a capital da Amazónia

Manaus, a capital da Amazónia

Manaus, a capital da Amazónia

Artigo de Redação

Manaus mistura o simples com o luxuoso, o belo com o exótico, a metrópole com a Natureza, o calor natural com o humano. Em nenhum lugar do mundo irá encontrar uma cidade tão infinitamente singular no coração da Amazónia.

Engana-se quem imagina Manaus uma cidade comum. Localizada na região Norte do Brasil, na margem esquerda do rio Negro, é o portão de entrada para a maior floresta tropical do planeta: a Floresta Amazónica. Convive com um extraordinário stock de recursos naturais, representado por 20 por cento da reserva de água doce do mundo, um banco genético de inestimável valor e grandes jazidas de minérios, gás e petróleo. A importância da região é incalculável. Privilegiada pela posição geográfica e por ser a capital do maior estado Amazónico, o Amazonas, a cidade destaca-se pelo desenvolvimento sócio-económico e ambiental, dando um bom exemplo de compromisso e responsabilidade.

O ecoturismo assume um papel de destaque, sinalizando novos caminhos para a auto-sustentabilidade da região. Manaus é uma terra de contrastes, que mistura Natureza exuberante, um polo industrial de alta tecnologia e os resquícios de um passado glorioso, no auge do comércio internacional da borracha. Um dos marcos do turismo de Manaus, além, do turismo ecológico é o Teatro Amazonas, um dos maiores símbolos do apogeu económico da cidade. Tem 700 lugares e foi construído com tijolos trazidos da Europa, vidros franceses e mármore italiano. Nele já se apresentaram importantes companhias de ópera, teatro e orquestras internacionais.

Na região são feitos muitos passeios, a sua maioria de barco, que é o meio de transporte mais comum. Andar de barco pelos rios e fazer caminhadas pela selva estão no roteiro dos amantes do ecoturismo. Além da selva que se encontra à volta da cidade, tem também muito que conhecer em Manaus, como por exemplo, construções históricas e museus. A vida noturna é agitada como nas grandes cidades brasileiras. Aproveitar para experimentar a culinária local, conhecer o artesanato e as tribos indígenas da região também faz parte do roteiro de férias.

História de Manaus

Em 1669, os colonizadores portugueses fundaram o Forte de São José do rio Negro, que deu origem à futura capital do Amazonas. Os índios Manaus ocupavam as duas margens do baixo rio Negro e formavam o grupo étnico mais importante da área de influência do Forte. Até a década de 1860 – quando o látex extraído das seringueiras amazónicas foi decisivo para financiar a construção de uma cidade Instituto Benjamin Constantmoderna – Manaus conservou basicamente o mesmo aspecto da primeira metade do século XIX.

O crescimento demográfico a partir de 1860 foi constante, mas não significativo, como seria na década de 1890. A exportação da hevea brasiliensis triplicou na década de 1860 e esse facto teve uma repercussão importante na atividade económica regional, até então estagnada.

A vida noturna é agitada como nas grandes cidades brasileiras

Na mudança do século XIX para o XX, Manaus tornou-se a segunda maior cidade brasileira da Amazónia e um dos maiores portos fluviais da América do Sul. De 1889 a 1915, a sua população cresceu de 15 mil para 80 mil habitantes. O acanhado núcleo urbano deu lugar a uma cidade planejada, construída a partir de um projeto racional e pretensamente eficiente.

A grande transformação da cidade ocorreu durante a administração do governador Eduardo Ribeiro (1892-1896) e foi ampliada pelos seus sucessores. Sistemas de abastecimento de água e captação de esgoto, telefonia, luz elétrica e linhas de autocarros formavam a infraestrutura da nova cidade. Construíram-se praças, pontes, dois grandes hospitais, residências sumptuosas (como o palacete da família Scholz, atualmente um importante centro cultural) e edifícios públicos monumentais, como o Teatro Amazonas, o Palácio da Justiça, o Mercado Municipal Adolpho Lisboa, a Alfândega, o Instituto Benjamin Constant, o Ginásio Amazonense Pedro II, a Biblioteca Pública e tantos outros. Esses edifícios são alguns dos monumentos urbanos de uma Manaus construída durante o fausto da borracha (1880-1912) e que formam uma sequência de cartões-de-visita da cidade.

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Guia do viajante

Onde ir

Teatro Amazonas
Encontro das Águas
Museu da Amazónia (MUSA)
Museu do Seringal Vila Paraíso
Espaço Cultural Largo de São Sebastião
Tambaquí de Banda

Onde comer

Priscila
Restaurante Banzeiro
Waku Sese
Bistrô Fitz Carraldo (Hotel Villa Amazônia)
Caxiri

Onde ficar

Go Inn Manaus
Manaus Hotéis Millennium
Quality Hotel Manaus
Hotel Intercity Manaus
Companhia Tropical de Hotéis da Amazônia
Hotel Fortaleza Manaus
Taj Mahal Continental Hotel
Teatro Amazonas
Encontro das Águas
Museu da Amazónia (MUSA)
Museu do Seringal Vila Paraíso
Espaço Cultural Largo de São Sebastião
Go Inn Manaus
Manaus Hotéis Millennium
Quality Hotel Manaus
Hotel Intercity Manaus
Companhia Tropical de Hotéis da Amazônia
Hotel Fortaleza Manaus
Taj Mahal Continental Hotel
Priscila
Restaurante Banzeiro
Tambaquí de Banda
Waku Sese
Bistrô Fitz Carraldo (Hotel Villa Amazônia)
Caxiri

Clima

Equatorial, quente e húmido. Possui dias épocas distintas: cuva (de novembro a maio) e seca ou menos chuvosa (de junho a outubro). Temperatura média: 26º C.

Documentos

Passaporte com validade mínima de 6 meses a contar da data de regresso.

Outras Informações

Moeda Real Idioma Português Fuso horário -4 horas

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